Síntese Nua e Crua
Lutemos por um Brasil melhor, sem corrupção, e que não nos vendamos por nada, que ajamos lutando por nossos direitos, e que cumpramos nossos deveres de cidadãos brasileiros. Honremos nossa bandeira BRASIL.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Universidades brasileiras sem aulas
UFF - Universidade Federal Fluminense
Somos brasileiros, mas, não exercemos o direito de tal.
Somos escorraçados.Somos abandonados na escola.
Somos abandonados em hospitais.
Somos desprotegidos.
Somos governados por corruptos, e tudo mais.
Não fazemos por onde acabar esta corrupção que cada vez mais afunda nosso país na lama e que ameaça a nossa DEMOCRACIA.
Como seremos bons profissionais se temos um desqualificado metido a presidente e uma terrorista na presidência?
E nossas Universidades Federais ainda deram o título de Doutor Honoris Causa a esta besta do Lulamedíocre.
Foram elas: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e infelizmente também a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
Lulapedeuta a morte para você é pouco.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Prefeito de cidade do MT agride repórter
O prefeito de Barra do Bugres (MT), Wilson Francelino (PDT), segurou uma repórter pelo pescoço enquanto ela tentava entrevistá-lo em um evento esportivo da cidade, que fica a cerca de 150 km de Cuiabá. A ação foi grava pela TV Independência, afiliada da Rede Record, na sexta-feira 18 de maio.
A repórter ainda avisou o prefeito de que se considerava agredida e, posteriormente, segundo testemunhas, não conteve as lagrimas. Ela foi imediatamente levada a Delegacia Municipal de Barra do Bugres para confeccionar o Boletim de Ocorrência da agressão. Ao ser alertado, o prefeito apenas sorriu, segundo as imagens, com o áudio original, colocados na rede social YouTube.
Francelino Pereira deverá se manifestar ainda nesta sexta-feira sobre o episódio.
Em entrevista a "Folha de S.Paulo", o diretor de TV Cristiano Rodrigues revelou que foi registrado boletim de ocorrência. "O prefeito não tinha o direito nem de tocar nela, quanto mais apertá-la no pescoço daquele jeito", relatou. De acordo com diretor, o prefeito estaria irritado pela cobertura que a TV tem feito da administração municipal.
Em nota, o prefeito negou novamente a agressão à repórter, alegando que o toque no pescoço foi feito acidentalmente "Ao levar as mãos aos ombros da entrevistadora, acabou por alcançar seu pescoço sem a intenção de lhe causar algum mal, o que pode ser conferido nas próprias imagens", diz trecho do documento.
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso também se manifestou por meio de nota, classificando a ação do executivo como covarde. "A violência no trato com a colega da profissão deixou a diretoria do sindicato e a categoria indignados".
No final do ano passado, o prefeito de Barra foi afastado do cargo por decisão da Justiça e teve seus bens bloqueados. Ele é acusado pelo Ministério Público de improbidade administrativa. Investigações detectaram desvios de recursos na área da saúde, destinado a aquisição de medicamentos para serem entregues gratuitamente a famílias de baixa renda, teriam somado R$ 176 mil.
Fonte: Yahoo Notícias e 24horas News.
Veja e-mail enviado pelo Blog do Daminelli ao site da prefeitura de Barra do Bugres para este pulha.
Agrediu uma repórter que estava trabalhando.
Você deve estar todo comprometido e por isso quer evitar a imprensa.
Você é tão covarde que lhe falta culhões para fazer o mesmo que fez com a repórter, com um homem.
Se este então for do seu quilate, "um bandido", aí mesmo que você não faria isso".
Entre no site da Prefeitura de Barra do Bugres e deixe também sua indignação como o Blog do Daminelli fez.
Visite o Blog do Daminelli também.
domingo, 27 de maio de 2012
Renan sobre Moka: “Não quero falar nisso”
Esse conselho de Ética (que Ética) está todo podre, de Ética não tem nada.
A informação obtida por Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada,
parceiro do Congresso em Foco,
de que o PMDB estava acertando com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) para que ele assumisse a presidência do Conselho de Ética causou um reboliço no Senado. Imediatamente
após a publicação da nota, Moka e outros senadores peemedebistas, assim como o
líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), foram para o gabinete da liderança
do PMDB, para conversas que só foram concluídas depois das 21h de hoje (10). Os
detalhes da conversa com Moka vazaram antes de ter sido batido o martelo sobre
a sua indicação, o que gerou constrangimentos. Ao final da reunião, o líder do
PMDB, Renan Calheiros, não quis confirmar nem desmentir ao Congresso
em Foco se Moka é mesmo o nome cogitado pelo PMDB
para comandar o processo de cassação do senador Demóstenes Torres (sem
partid0-GO) por causa das denúncias de seu envolvimento com o esquema de jogo
ilegal do bicheiro Carlinhos Cachoeira. “Não quero falar sobre isso. Se não,
deixo as pessoas expostas”, foi a resposta de Renan.
Renan disse que o PMDB só
deverá escolher um nome para presidir o Conselho de Ética na próxima
quinta-feira (12). Até lá, fará tratativas, como as que faz com Waldemir Moka.
Por enquanto, ficará na presidência do conselho o senador Antonio Carlos
Valadares (PSB-SE), o integrante mais velho do colegiado.a
a
Renan disse que a escolha ainda não recaiu sobre Moka ou outro senador do PMDB porque ainda serão necessárias outras conversas. “Nós ficamos de ampliar as consultas e essa decisão só será tomada na quinta-feira”, disse. Sobre a insistência do partido em ficar com a presidência do conselho, Calheiros disse que é uma “consequência” da prerrogativa do partido, que por ser a maior bancada da Casa poder indicar o presidente do conselho. “Isso está sendo conversado. Não quero especular sobre isso”, disse.a
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Renan disse que a escolha ainda não recaiu sobre Moka ou outro senador do PMDB porque ainda serão necessárias outras conversas. “Nós ficamos de ampliar as consultas e essa decisão só será tomada na quinta-feira”, disse. Sobre a insistência do partido em ficar com a presidência do conselho, Calheiros disse que é uma “consequência” da prerrogativa do partido, que por ser a maior bancada da Casa poder indicar o presidente do conselho. “Isso está sendo conversado. Não quero especular sobre isso”, disse.a
Durante a tarde, o partido se reuniu e chegou ao nome do senador mato-grossense. No entanto, após a divulgação de tal informação, Moka disse à imprensa não ter sido convidado por Renan para assumir o posto. “Ele [Renan] disse que não deu essa informação”, disse Moka sobre a notícia. “É quinta-feira. Até lá, o Valadares vai continuar presidindo lá. O PMDB vai achar um nome e indicar, mas não procede a informação de que eu teria sido indicado”. No entanto, questionado se assumiria de fato o cargo de presidente do conselho caso fosse convidado, Moka apenas disse: “Não fui convidado, não tenho essa indicação. Não vou falar sobre hipótese”. Waldemir Moka não faz parte do Conselho de Ética.
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Na tarde do dia (9), sob a presidência do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), o Conselho de Ética abriu o processo contra o senador Demóstenes Torres. Na quinta-feira, o conselho sorteou o relator para o caso.
A presidência do Conselho de Ética está vaga desde setembro do ano passado, quando o senador João Alberto (PMDB-MA) se licenciou do Senado para assumir a Secretaria de Assuntos Especiais da Casa Civil do Maranhão. O conselho voltou aos trabalhos agora para analisar a representação do Psol que pede a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).a
quarta-feira, 23 de maio de 2012
PMDB cogita participação de Moka em Conselho
Moka
não teve escolha: decisão de presidir Conselho de Ética foi imposição do
partido
Partido que tem a prerrogativa
de indicar o presidente do conselho recua e resolve por o senador do Mato
Grosso do Sul no comando do processo que pode resultar na cassação de
Demóstenes Torres, informa Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada
O PMDB decidiu não abrir mão da presidência do Conselho de Ética
do Senado. Em reunião há pouco na liderança do partido ficou decidido que o
senador Waldemir Moka (MS) será o presidente do conselho, e não mais o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Na
tarde de hoje (9), sob a presidência de Valadares, o Conselho de Ética abriu o processo contra o senador Demóstenes
Torres (sem partido-GO) por quebra de decoro parlamentar.
Por ser o mais antigo da Casa,
Valadares foi o escolhido de acordo com o regimento, mais cedo nesta
terça-feira, porque ninguém queria presidir o conselho.
O líder do PMDB no Senado,
Renan Calheiros (AL), a quem cabe indicar o presidente do conselho por ter a
maior bancada, vai comunicar ao presidente do Congresso, José Sarney, da
decisão de alçar Moka ao cargo, para apurar as ligações do senador Demóstenes
Torres (sem partido-GO) com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Demóstenes foi
denunciado ao conselho pelo PSOL e corre risco de ser cassado.
Nos bastidores da reunião
pemedebista, comenta-se que Moka, senador novato na Casa, não teve escolha. Foi
incumbido pelo líder, e teve de aceitar. Moka já teve várias reuniões com Renan
hoje, e vai levar o nome a Sarney para sacramentar. “O processo ainda não está
concluso”, disse Renan.
Matéria de Congresso em Foco, do dia: 10 - 04 - 2012, às 17h51min.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Congresso fará CPI do Cachoeira
A C M Neto pede CPI do Cachoeira
Os presidentes da Câmara, Marco
Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiram nesta terça-feira
(10) criar uma comissão mista de inquérito para investigar as relações do
bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso desde o mês passado, com deputados e
senadores. Um requerimento será elaborado para definir o foco das
investigações. Depois, haverá coleta de assinaturas nas duas casas.
A expectativa dos presidentes
das duas Casas é que a CPMI seja criada na próxima semana. São necessárias 27
assinaturas no Senado e 171 na Câmara. Após a leitura do requerimento em sessão
do Congresso, os partidos ficarão responsáveis por fazer as indicações para
compor o colegiado. Em um momento seguinte, haverá negociação pela presidência
e relatoria.
“Fechamos um entendimento, eu e
o presidente José Sarney, de que o melhor será a constituição de uma CPI mista,
mas o senador Sarney vai conversar ainda com os líderes do Senado e eu com os
líderes da Câmara para que se possa construir uma redação única para a constituição
da CPI e daí recolher as assinaturas nas duas Casas”, disse o presidente da
Câmara após a reunião.
Maia disse não ter nenhuma
dúvida de que foi constituído um “estado paralelo” por Cachoeira. “A
articulação de um poder à revelia do estado brasileiro e que montou uma teia de
contatos e relações tentando influenciar na decisão de órgãos públicos, no
Legislativo, no Judiciário e na imprensa”, afirmou. Para ele, “não é razoável”
que a denúncia tenha sido apresentada em 2009 só tenha sido levada à frente em
2012.
Líderes
Na Câmara, os líderes
partidários defenderam a instalação da CPI do Cachoeira. Em 20 de março, o
deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) apresentou requerimento com 181
assinaturas, quatro a mais que o necessário, para criar o colegiado. Na semana
passada, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse que ia esperar informações
do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria Geral da República (PGR)
para decidir a melhor forma de investigação.
Hoje, porém, Maia mudou de
posição. Passou a defender uma CPI mista. Antes da reunião com Sarney, ele
afirmou que “se houver vontade de viabilizar a CPI no Senado, que façamos uma
mista. É mais conveniente e não haverá disputa entre as Casas”. Caso não houvesse
acordo para a criação de um colegiado com deputados e senadores, o petista
adiantou que leria o requerimento da comissão proposta por Protógenes ainda
nesta semana.
“Todos os lideres apóiam a
criação CPI do Cachoeira”, disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo
Alves (RN), após sair da reunião de líderes na tarde de hoje. Integrantes da
base governista e da oposição dizem que as investigações devem começar o mais
rápido possível, especialmente pelo fato de o STF ter negado ao Senado acesso
às informações apuradas pela Polícia Federal no inquérito da Operação Monte
Carlo.
“Defendemos a CPI exatamente
para que se esclareçam as informações, que vazam seletivas, quando se sabe que
a rede é abrangente”, disse o líder do PSDB, Bruno Araújo (PE). Como o
presidente da Casa, o tucano entende que, se houver demora no Senado para
conseguir o número mínimo de assinaturas, a Câmara deve iniciar seu próprio
procedimento investigatório.
São apontados como envolvidos
com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, além do senador Demóstenes Torres (sem
partido, ex-DEM-GO) os deputados Sandes Junior (PP-GO), Rubens Otoni (PT-GO),
Jovair Arantes (PTB-GO), Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) e Stepan Nercessian
(PPS-RJ).
Matéria do dia 10 - 04 - 2012, às 17h33min do Congresso em Foco.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Conselho abre processo contra Demóstenes
Conselho de Ética abre processo contra Demóstenes Torres
Sem que ninguém do PMDB – partido que, por
ser o maior no Senado, tinha a prerrogativa – quisesse o cargo, o senador Antônio
Carlos Valadares (PSB-SE) foi escolhido no dia 09/05, presidente do Conselho de
Ética e, ato contínuo, aceitou instaurar o processo contra o senador Demóstenes
Torres (sem partido-GO) por quebra de decoro parlamentar. O processo foi movido
pelo Psol, a partir das denúncias de envolvimento de Demóstenes com o bicheiro
Carlinhos Cachoeira, preso na penitenciária de Mossoró (RN), por envolvimento
com um esquema de jogo ilegal. Valadares considerou que o pedido feito pelo
Psol atende a todos os requisitos previstos no regimento. Instaurado o
processo, Demóstenes não pode mais renunciar para evitar a cassação.
“Toda e qualquer representação
apresentada dentro do regimento, em obediência aos trâmites legais, não sofrerá
nenhum bloqueio, não haverá qualquer tentativa de impedir a sua tramitação
conforme padrão desta comissão e também da minha vida pública”, disse Valadares
na sessão do Conselho de Ética.
Com a abertura do processo, o
conselho vai sortear um relator para o caso Demóstenes. Caberá ao eleito
elaborar relatório recomendando a absolvição ou alguma punição para o senador
goiano. As possibilidades vão da advertência, a mais branda, até a cassação do
mandato. Se o conselho decidir que Demóstenes deve ser cassado, o pedido ainda
terá que passar pelo plenário da Casa, que precisa aprovar a perda do mandato,
em votação secreta, por maioria.
Após o sorteio do relator,
Demóstenes terá o prazo de dez dias para apresentar defesa ao Conselho de Ética
– que também tem poderes para ouvir testemunhas nas investigações.
A escolha de Valadares
aconteceu porque o PMDB fugiu da prerrogativa que tinha de presidir o Conselho
de Ética. O líder do partido, Renan Calheiros (AL), havia escolhido o nome do
senador Vital do Rego (PMDB-PB), mas ele não aceitou a tarefa. O PT indicou,
então, o senador Wellington Dias (PT-PI), mas a sugestão não teve o apoio dos
demais líderes. Valadares acabou escolhido por ser o mais velho entre os
membros do colegiado.
Matéria do dia 10 - 04 - 2012, às 16h17min do Congresso em Foco.
domingo, 20 de maio de 2012
Valadares preside conselho de Ética
Valadares
foi escolhido por ser o mais velho entre todos os integrantes do Conselho de
Ética
O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
foi escolhido, por acordo entre os líderes partidários, para presidir o
Conselho de Ética do Senado. Por ter a maior bancada na Casa, o PMDB tem a
prerrogativa de indicar o presidente do Conselho, mas nenhum senador da legenda
aceitou o cargo. Por isso, os parlamentares decidiram convidar o integrante
mais velho do colegiado. Valadares tem 69 anos de idade.
Sem presidente há sete meses,
desde que o senador João Alberto (PMDB-MA) se licenciou do Senado, o Conselho
de Ética volta aos trabalhos agora para analisar a representação do Psol que
pede a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o senador
Demóstenes Torres (sem partido-GO). O senador é alvo de uma investigação que
corre no Supremo Tribunal Federal (STF) por causa de sua estreita relação com o
contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de
comandar uma rede de jogos de azar em Goiás. Ele foi preso na Operação Monte
Carlo, da Polícia Federal.
Pelo regimento interno da Casa, o presidente do Conselho é quem
decide se abre o processo contra senadores. O parecer, no entanto, caberá ao
relator, ainda a ser definido.
De acordo com o líder do governo no
Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), a reunião será aberta pelo
vice-presidente do conselho e atual presidente interino, senador Jayme Campos
(DEM-MT), que se declarará impedido de deliberar sobre o processo por pertencer
ao mesmo partido que Demóstenes fazia parte até a semana passada. Ameaçado de
expulsão, o senador goiano se desfiliou do DEM.
Em
seguida, Jayme Campos solicitará que o senador mais velho do colegiado assuma a
presidência da reunião de hoje. Assim que assumir o posto, Valadares fará a
leitura do pedido do Psol e conduzirá um sorteio para a escolha do relator do
processo. Na semana passada, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) chegou a
ser convidado para assumir o cargo de presidente, mas ontem (9) afirmou que,
presidindo a Corregedoria do Senado, não poderia acumular o novo posto. O PT
também chegou a indicar o senador Wellignton
Dias (PI) para o
cargo, mas o PMDB não aceitou a pressão feita pelos petistas. A reunião será
realizada a partir das 14h.a
Matéria do dia 10 - 04 - 2012 às 13h43min do Congresso em Foco.
Conselho de Ética do governo só no nome
Condenado
duas vezes no Conselho de Ética e com processos no STF, Renan Calheiros será um
dos senadores que julgarão Demóstenes
Um em cada três integrantes dos Conselhos
de Ética da Câmara e do Senado está sob investigação no Supremo Tribunal
Federal (STF), onde tramitam os processos contra deputados e senadores. Dos 63
congressistas (entre titulares e suplentes indicados pelos partidos) que
compõem atualmente os dois colegiados que terão a missão de encaminhar os
processos de cassação contra os parlamentares envolvidos com o bicheiro
Carlinhos Cachoeira, 20 são alvos de inquérito ou ação penal na corte máxima da
Justiça brasileira.
Esses parlamentares,
regimentalmente incumbidos de “zelar pela observância dos preceitos” do Código
de Ética e atuar na “prestação da dignidade do mandato parlamentar”, respondem
a 57 investigações no Supremo. As acusações vão de crimes contra a
administração pública e contra a Lei de Licitações, passando por corrupção e
apropriação indébita previdenciária.
No Senado, onde o Conselho aguarda a definição de novo
presidente para começar a investigar a conduta do senador Demóstenes Torres
(GO), oito de seus 23 integrantes têm ao menos uma pendência judicial. Em cinco
casos, os ministros do Supremo já encontraram elementos contra dois senadores –
o atual vice-presidente e presidente em exercício do colegiado, Jayme Campos
(DEM-MT), e o presidente do PMDB, Valdir Raup (RO) – para transformá-los em
réus.
O senador Mário Couto
(PSDB-PA), que responde a inquérito por crime eleitoral no STF, teve
seu nome envolvido nos últimos meses em investigação movida pelo Ministério
Público do Pará, que trata de indícios de irregularidades diversas, como
fraudes em licitações e nas folhas de pagamento de servidores da Assembleia
Legislativa, entre 2003 e 2007, período em que a Casa era presidida pelo
tucano. Em janeiro, o Ministério Público Estadual entrou no Tribunal de Justiça
paraense com uma ação civil pública pedindo o bloqueio de bens do senador e
outras 15 pessoas, sob a acusação de ter cometido improbidade administrativa.
Leia na íntegra esta matéria do dia 04 - 04 - 2012 às 07h00min que é do Congresso em Foco.
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