10 abril 2020

Você sabe o que é o modelo 5S?


5S é um programa de gestão de qualidade empresarial desenvolvido no Japão que visa aperfeiçoar aspectos como organização, limpeza e padronização.

Os princípios utilizados pelo programa 5S para alcançar a  melhoria contínua e a qualidade total não são diferentes de alguns princípios fundamentais para o crescimento humano e profissional.

O Programa 5S normalmente é implementado como um plano estratégico para que alguns aspectos fundamentais da empresa comecem a apresentar melhorias rumo à qualidade total.

A junção no número “5” com a letra “S” vem de cinco palavras japonesas que começam com S:
  • Seiri – Senso de utilização
  • Seiton – Senso de organização
  • Seiso – Senso de limpeza
  • Seiketsu – Senso de padronização
  • Shitsuke – Senso de disciplina.

A principal vantagem do programa 5S é a facilidade que ele tem de provocar mudanças comportamentais em todos os setores das empresas.

SEIRI – Senso de Utilização: este pilar é responsável pela aplicação dos recursos de maneira consciente ao identificar, classificar, remanejar e usar corretamente equipamentos, ferramentas, informações e dados.

SEITON – Senso de Ordenação: este pilar é responsável pela organização dos objetos de maneira inteligente ao permitir a sua localização com rapidez, qualidade e segurança, facilitando ainda a livre circulação de pessoas pelo local de trabalho.

SEISO – Senso de Limpeza: este pilar é responsável pela manutenção da aparência ao manter o ambiente de trabalho limpo, transformando-o em um lugar agradável para as pessoas como forma de influenciar a sua motivação e consequentemente proporcionar um nível mais elevado de produtividade, além de promover a conservação das máquinas, equipamentos e do próprio ambiente de trabalho.

SEIKETSU – Senso de Padronização: este pilar é responsável pela transformação do local de trabalho em um lugar seguro e agradável para as pessoas, melhorando a qualidade de vida. O cuidado com a apresentação pessoal é fundamental para a saúde do corpo e da mente. As boas práticas sempre devem ser padronizadas.

SHITSUKE – Autodisciplina: este pilar é responsável pela manutenção dos padrões técnicos, éticos e morais da organização onde trabalhamos e de nossa vida pessoal. Ter disciplina é colocar em prática tudo o que foi aprendido, ser criativo, fazer críticas construtivas e cumprir as normas estabelecidas.


09 abril 2020

Como lidar com feedback negativo pós-entrevista de emprego


Todos estamos acostumados a ouvir a opinião de familiares, cônjuges, amigos e colegas sobre atitudes e escolhas. Na maioria das vezes acabamos sofrendo na hora de ouvir uma crítica e nem sempre reagimos da maneira adequada. E isso se deve ao fato de que, mesmo querendo aprender e evoluir, também desejamos ser aceitos pelos demais da maneira que somos, não é verdade?

No ambiente profissional não é diferente. Quando estamos em busca de um emprego, tudo o que desejamos ouvir é: “Parabéns, você foi contratado!”. Contudo, é preciso saber lidar também com feedbacks negativos. Ainda mais num momento de crise econômica, onde há mais procura que oferta de emprego.

Um dos segredos para contornar a frustração e não deixar se abalar pelos feedbacks negativos, é tirar proveito da situação. A CHAWork explica como lidar com feedback negativo pós-entrevista de emprego:

1 - Preste atenção no seu currículo
Muitos candidatos acabam sendo eliminados pelas empresas ainda na fase da triagem. Isso porque o perfil do profissional não se adequou à vaga ou aos valores e cultura da organização. Por isso é tão importante se preocupar com a primeira impressão que os recrutadores terão de você. Lembre-se: o seu currículo é a sua vitrine. Monte ela da melhor forma, mas não divulgue o que você não pode oferecer. Seja honesto em suas competências apresentadas no currículo.

Vale lembrar também que é sempre bom ajustar o seu currículo de acordo com a oportunidade, ressaltando suas qualidades naquilo que é valorizado pela empresa na qual deseja trabalhar.

2 - Não leve para o pessoal
Não é nada pessoal, acredite. Não ser aprovado em um processo seletivo não significa que você não estava tecnicamente preparado para assumir o cargo. Um candidato é selecionado para uma vaga por uma série de fatores. Muitas vezes habilidades específicas e residência próxima ao local de trabalho, por exemplo, podem fazer a diferença. No entanto, é preciso que a empresa deixe isso claro ao candidato no momento do feedback.

3 - Considere a experiência como um aprendizado
O feedback, mesmo que negativo, não deve ser visto como algo desfavorável. É preciso encará-lo como uma oportunidade de desenvolvimento pessoal. Receber um “não” pode ser só uma preparação para um “sim” no futuro. Respire fundo e escute com atenção os motivos pelo qual você não foi contratado naquele momento.

4 - Aproveite o feedback negativo para mudar a sua postura
Nem sempre os recrutadores explicam os motivos de você não ter sido aprovado, mas se isso ocorrer, aproveite! Se a opção da empresa foi por alguém com residência próxima ao local de trabalho, tudo bem. Não tem porque mudar de endereço antes de ser contratado, não é mesmo? Mas se o feedback negativo foi referente à algum comportamento apontado como prejudicial durante o processo seletivo, o caminho é escutar atentamente os comentários, identificar onde errou, corrigir e mudar a postura para as próximas oportunidades. Especialistas apontam que chegar atrasado para a entrevista, falar mal do emprego anterior, não demonstrar interesse pelo possível novo trabalho, são exemplos de possíveis atitudes desclassificatórias. Fique atento!



Eliminado na disputa pela vaga de um emprego que você estava realmente interessado?
Muitas pessoas se preparam para passar pelo processo de seleção em grandes empresas, mas acabam por não serem escolhidas e desanimam.

Para Shelia Gray, diretora da empresa International Paper Co., os profissionais devem insistir na empresa. "Se é uma organização que você realmente tem vontade de trabalhar, não deixe que sua primeira rejeição seja definitiva", aconselha Gray.

O importante, depois da rejeição, é que a pessoa se mostre realmente interessada em trabalhar na empresa. Abaixo estão quatro formas de continuar no radar dos recrutadores para uma nova oportunidade de emprego.

Leve a rejeição "numa boa", não ser escolhido para uma oportunidade de emprego pode machucar, mas evite expressar emoções negativas aos contratantes, sobretudo nervosismo ou ressentimento. Algumas pessoas reagem como se os entrevistadores precisassem se justificar e pedir desculpas por não escolhê-las, mas isso só piora a situação.

Caso você não queira jogar fora sua oportunidade de ser escolhido para uma outra vaga, nunca diga aos selecionadores que eles estavam errados de não terem lhe escolhido ou escreva algum e-mail com este tipo de conteúdo.

Escreva um "obrigado" - Agradecer pela chance é sempre uma boa opção. Por isso, o candidato pode escrever um e-mail ou falar obrigado logo depois de ser dispensado, o que impressionará qualquer selecionador. Diga que a empresa é muito boa e que entende os motivos da eliminação.

Um agradecimento pode reforçar sua vontade de trabalhar na companhia. O que muitos selecionadores querem ver nos candidatos é justamente o desejo de fazer parte do "time".

Mande lembretes amigáveis Mantenha contato com os recrutadores depois de ser eliminado. É necessário que a empresa saiba que você ainda está disponível no mercado e, para isso, e-mails podem ser uma boa opção.

Entretanto, não exagere nem encha a caixa de e-mail do selecionador, uma pessoa que mostra muito interesse pode acabar sendo inconveniente. Um e-mail a cada mês já é suficiente para que a pessoa que pode transformar seu sonho de emprego em realidade não fique traumatizada.

Peça um feedback - depois de ser rejeitado, peça ao recrutador um conselho de como ter uma melhor performance na entrevista ou informações de em qual momento ou situação você pode ter errado. Você pode perguntar: Caso eu fosse me apresentar novamente, o que você gostaria que eu fizesse de diferente?

Isso mostra um ponto positivo, que é a vontade de progredir profissionalmente. Mas, ao final da resposta, seja profissional: mesmo se você não gostar do que ouvir, a discussão ou demonstração de nervosismo podem ser sinais de imaturidade.


08 abril 2020

Expressão "sangue no olho", sabe o que significa?


Você já deve ter visto várias chamadas para processos seletivos com as expressões:
  • “Faca nos dentes”
  • “Valorizamos a meritocracia”
  • “Queremos gente com brilho nos olhos”.
Mas você sabe o que essas expressões significam?

No livro “O que o mercado espera de você”, John Armless explica essas e outras expressões, em entrevista, John deu algumas dicas para quem busca sua primeira oportunidade:

Repórter: John, para os jovens que estão querendo uma oportunidade no mercado de trabalho, o que significa essa tal meritocracia?

John Armless: a meritocracia consiste em premiar as pessoas de acordo com seus resultados, digamos que, no Departamento de Subida em Árvore, nós temos um tubarão e um mico; o mico, naturalmente, se preparou melhor para trabalhar no departamento e alcançou melhores resultados. Pelo seu mérito, o mico será promovido ao cargo de Diretor de Natação.

Repórter: Agora, uma expressão que deixa muito jovem cheio de dúvidas, o que é o tal brilho nos olhos que os empregadores tanto procuram?

John Armless: o brilho nos olhos é fundamental para o sucesso do negócio porque é contagiante! Nas entrevistas de emprego, sempre queremos saber se o jovem aguenta trabalhar sob pressão, se ele aceita tarefas que demandam muita responsabilidade… Isso, quando o jovem tiver 4 ou 5 anos de empresa, será muito importante! Mas, o que segurará o jovem na empresa antes dele completar esse tempo na empresa? É aí que entra o brilho nos olhos que os colegas têm, contagiando aquele que faz o que qualquer um pode fazer!

Repórter: John, qual o conselho para os jovens estudantes que reclamam de ociosidade nos estágios?

John Armless: Olha, as 30 horas são uma prática comum no mercado, as empresas que abrem mão dessas horas ociosas ficam em desvantagem num mercado tão competitivo. Além disso, é uma ótima oportunidade para o jovem se preparar para quando tiver que trabalhar 44 horas por semana!

Então, a expressão tema desse post quer dizer para alguns recrutadores, que usam a expressão "sangue no olho" para saber se o candidato tem total disponibilidade de horário, se pode fazer horas extras indiscriminavelmente, que consegue trabalhar com alta pressão, trabalha mesmo ferido, etc.

Fonte: Sensacionalista

29 março 2020

24 março 2020

Você sabe o que é Upstream e como investir nele?

Você já ouviu alguém falar na palavra Upstream? Sabe o que é?

Upstream significa literalmente "rio acima", em Geografia, upstream indica a fonte de um córrego ou rio contra a direção normal do fluxo de água.

Essa expressão também é utilizada em outras diferentes áreas como indústria do petróleo, Biologia, Ciência da computação, etc.

Na indústria do petróleo, upstream designa a parte da cadeia produtiva que antecede o refino, abrange as atividades de exploração, desenvolvimento, produção e transporte para beneficiamento.

As operações da indústria de petróleo são divididas em três partes principais: upstream, midstream e downstream:
  • Upstream engloba as atividades de busca, identificação e localização das fontes de óleo e o transporte deste óleo extraído até as refinarias.
  • Midstream é a fase em que as matérias-primas são transformadas em produtos prontos para uso específico.
  • Downstream é a parte logística, ou seja, o transporte dos produtos da refinaria até os locais de consumo.

Em outras áreas como Biologia molecular, upstream determina as posições relativas no DNA; em rede de computadores, o termo designa a direção na qual é feita a transferência de dados entre cliente e servidor.

"Upstream" também é o título de um filme americano de comédia dirigido por John Ford e lançado em 1927.

A FGV Energia criou um livreto para ajudar aqueles que querem saber um pouco mais em como investir nessa área e como é o mercado internacional, click aqui e confira!

Fonte: Significados 

Críticas e julgamentos






Como funciona um processo de Outplacement?


O trabalho de outplacement funciona com base em 3 etapas, são elas:

1.Planejamento do processo:
Antes mesmo da demissão, a empresa já começa a se preparar para o processo, pode ocorrer a contratação de uma organização ou de especialistas em outplacement.
O perfil do profissional é avaliado durante essa primeira etapa e também como esse desligamento será conduzido, incluindo a duração do processo e os argumentos que serão utilizados no desligamento, essa fase é importante para esclarecer o que o motivou a demissão e garantir que esse anúncio será feito da forma mais branda e amistosa possível.

2. Anúncio da demissão:
Esse é o momento em que o gestor se reúne com o colaborador e anuncia formalmente o desligamento, informando os motivos e também sobre o outplacement em detalhes — data de início, como esse processo será realizado etc.
Durante essa reunião é feita a assinatura da rescisão de contrato empregatício e também são esclarecidas as informações sobre os valores que o colaborador tem direito a receber, como o FGTS e férias proporcionais, entre outros.

3. Realizar a orientação profissional:
Nessa etapa o outplacement é realmente realizado. Ocorre a avaliação e aprimoramento do currículo, a avaliação do network, a realização de testes comportamentais para ajudar a entender o perfil do profissional e quais pontos podem ser melhorados, além de todo o apoio psicológico.
Muitas empresas utilizam técnicas de coaching durante esse redirecionamento, levando a pessoa a um período de reflexão e autoconhecimento e com base nisso, definindo novas metas que estejam alinhadas ao seu propósito interior.
Alguns profissionais podem perceber mudanças nas expectativas e desistir de buscar por uma recolocação em outra empresa, optando por empreender. Em outros casos, pode haver uma guinada na carreira ou até mesmo a decisão de buscar especializações ou recursos que valorizem ainda mais seu passe.

Sabendo o que é outplacement e como ele pode ajudar a sua empresa, fica mais fácil propor essa prática e estender a atuação do RH. Mais do que uma ferramenta para ajudar um funcionário que colaborou para o crescimento da organização, trata-se de uma estratégia que trabalha a imagem corporativa no mercado.

Fonte: Kenoby

O que é Outplacement?

Outplacement é um processo que procura ajudar o funcionário demitido a se recolocar mais rapidamente no mercado de trabalho, orientando essa pessoa durante o período.
O cuidado no tratamento com os funcionários não se limita apenas ao período em que ele está trabalhando para a empresa, ter empatia e procurar orientar o profissional mesmo na hora da rescisão é uma atitude que traz um diferencial e ajuda a organização a se destacar, diminuindo até mesmo a probabilidade de processos trabalhistas.


O que é outplacement?

Outplacement é um processo que procura ajudar o funcionário demitido a se recolocar mais rapidamente no mercado de trabalho, orientando essa pessoa durante o período. Durante a sua aplicação, são realizados treinamentos e direcionamentos, como análise de currículo, dicas para melhorar o desempenho, workshops, palestras de capacitação e até a redefinição de metas para a carreira.

Esse método, praticado no Brasil desde os anos 80, tem como objetivo minimizar os impactos negativos da demissão, auxiliando o profissional a encontrar um novo trabalho e também dando suporte emocional ao ex-funcionário. O processo não deve ser confundido com uma assessoria de recolocação profissional, que foca apenas na recontratação, o trabalho de outplacement valoriza a preocupação com o acolhimento psicológico do colaborador.

Trata-se de uma prática extremamente útil especialmente para pessoas que estão na mesma empresa há anos e perderam o contato com processos seletivos. O outplacement vai ajudar os ex-funcionários a enfrentarem a realidade atual do mercado de trabalho, deixando-os mais preparados para passarem por entrevistas, dinâmicas e exigências dos recrutamentos.

Que benefícios o outplacement proporciona?

O outplacement traz benefícios para o colaborador, mas também favorece a organização, trazendo uma série de vantagens que justificam o valor investido. 
  • Redução dos impactos da demissão:
    Uma demissão abala emocionalmente as pessoas envolvidas, o profissional começa a temer o futuro e as consequências desse acontecimento, isso afeta também os funcionários que permanecem na organização, que passam a temer a própria demissão.
    A aplicação do outplacement diminui os impactos negativos do processo, preservando o colaborador e afetando menos o engajamento da equipe, mantendo os índices de produtividade.
  • Humanização do processo de desligamento:
    A realização do outplacement faz com que o profissional se sinta acolhido e tenha uma boa imagem da empresa, isso pode facilitar o recrutamento de novos talentos, já que essa pessoa certamente vai valorizar esses pontos positivos ao comentar sobre o seu desligamento com outros profissionais que fazem parte do seu network.
  • Fortalecimento da imagem da empresa:
    Incentivar e valorizar os empregados até mesmo na hora da demissão contribui de maneira muito positiva para a imagem institucional da organização, fortalece seu employer branding e faz com que a empresa se destaque não só no mercado de trabalho, mas também consiga vantagens em relação à concorrência.
    Organizações com boa reputação em relação ao social e no tratamento com os funcionários são bem-vistas pelos clientes e pelos stakeholders.
  • Manutenção de um bom relacionamento:
    A prática do outplacement diminui muito a probabilidade de problemas no relacionamento entre empresa e funcionário após o desligamento. Com esse comportamento, é possível ter o ex-colaborador como defensor da empresa ou até mesmo contar com ele futuramente para trabalhos freelancer ou indicações, abrindo até as portas para uma recontratação se a demissão foi provocada por corte de custos, por exemplo.
  • Proteção da empresa:
    Ainda como consequência de um processo de desligamento que preserve o relacionamento e indique valorização do profissional, o outplacement também diminui a probabilidade de um problema comum: o vazamento de informações importantes da empresa após a demissão.

Também reduz a incidência de um processo trabalhista, a não ser que realmente tenham ocorrido irregularidades ou abusos morais por parte de gestores e líderes durante o período em que o funcionário estava empregado.

Fonte: Kenoby
Outros sites: IBC Coaching e Manpowergroup