sábado, 14 de agosto de 2010

Tempo e Tecnologia

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. ............................O tempo e a tecnologia
Nos tempos passados antes do Brasil ser descoberto, e os índios aqui em seus devidos lugares, para viverem tinham que caçar e pescar, para serem curados de uma doença a qual era difícil ter, era na floresta à cura que eles encontravam.

Depois dos Colonos chegarem, foi àquela diferença, até o seu modo de falar, a sua língua fora modificada de “Guarani para língua geral, o tal Português”, a Coroa Portuguesa quem fez com que isto acontecesse, ela queria que os índios se tornassem súditos iguais aos demais colonos, pretendendo eliminar todas as suas diferenças. O uso do Guarani iria fazer com que os costumes indígenas reforçassem o que o mentor pretendia extinguir.

Com o passar dos anos a civilização foi crescendo e a concorrência também, mas fazer o que para acompanhar tanto crescimento?

As tecnologias se alastrando, derrubando a tudo. A mão de obra humana já não se é mais tão suficiente. O mercado de trabalho precisando de mais pessoas, e a qualificação as pessoas sempre em busca de mais e mais. Mas, onde se procura qualificação e trabalho a concorrência é grande, tudo se está saturado, estão sendo acabados os postos de trabalho. Pois não se está mais no tempo integral das parteiras e sim dos plenos obstetras fazendo com que as mulheres não sofram na hora com a tal cesariana, mas sim depois com os pontos na barriga.

Hoje temos que lutar, ainda não está no tempo dos carros voadores, mas já chegamos ao tempo do homem conseguir por determinado tempo viver em outros planetas, o homem fica velho e...

Temos mesmo é que correr, pois a ciência explica “Os homens são máquinas, mas máquinas que dormem que comem e sentem desejos próprios”, e a tecnologia também com sua tese de, “Enquanto as máquinas homens dormem as máquinas de ferro, trabalham, e as despesas diminuem”.

Isto que dizer que, hoje em dia as indústrias estão se transformando em robôs, pois só precisam de reparos, e os homens precisam é de dinheiro para viver. Mas não se preocupem agora, pois vai demorar um pouco para que as industrias virem totalmente robôs ou mesmo “a industria de ferro” e quando chegar, até guardas municipais e policiais serão robôs também, mas enquanto isto não acontece vamos trabalhar...


...................................................................................by Kadja, Angélica
............................................................................................Editora do Blog

domingo, 16 de maio de 2010

O que são os Robos e o que fazem?

A VEM Robô Palavra do tcheco, "Robota", Significa Que "Trabalho Forcado".
Os Robos São Automáticas FERRAMENTAS e gerenciáveis.
Eels podem Ser hum Que Espécie planeta evolui rápidamente Mais Não nosso. OS Eels substituíram Já Humanos Atividades Em muitas, OS MEMBROS Artificiais Estão os softwares OS Antigos Sendo Ligados Diretamente sistema nervoso Humano, minúsculos Robos ENTRAR em Nossos corpos Já podem e detectar doenças.

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Atualmente, ESTA surgindo Uma Realidade nova. Os Robos Começam Usados UM NAS Ser Mais Diversas Atividades Que Vão Desde o "Desarmamento de Bombas e minas terrestres" Até a "Inspeção de cabos telefônicos Submarinos",
Por passando consertos em usinas Nucleares, Exploração Espacial, Vigilância Aérea de Florestas, entre outras. Até Como certos guias em OS Museus Robos garantem Já Importante Função.
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A palavra-chave para quê isso Tudo autonomia Seja Possível é. Robos autônomos São capazes de exercer sem Tarefas Uma Necessidade de uma constante Supervisão do homem. São eles equipados com Diversos Tipos de Sensores Como ATSI câmeras, bússolas, Sensores de próximidade e Contato, Que lhes permitem Perceber O Que acontecendo ESTÁ A Sua Volta e tomarem certas Como Decisões, sozinhos.
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Robos E EMPREGOS
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A demografia dos Robos e Bem Diferente da demografia humana. A taxa de Crescimento das Populações Humanas caindo VEM, enquanto que, de Uma aumentando VEM Robos. A taxa de Crescimento da população brasileira, por exemplo, Caiu de 3% AO ano na década de 50 Menos de n º 2% Nos dias atuais. Enquanto isso, a População Mundial de Robos, No início da década de 80, Uma base de Cresceu de 45% AO ano e da década Meio Não, saltou Parágrafo 74%! Números impressionantes São Paulo.
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Os Ultimos Dados do referido censo de São 1992 e limitados EAo Robos Industriais. Naquele ano, Havia Cerca de 600 mil em todo o Mundo Robos. O Crescimento Entre N º 1990/91 baixou de 16% e, em 1991/92, parágrafo 8%, Como reflexo da Recessão atingiu Que OS Países Mais Avançados. Estima-se, porém, Que ESSA taxa tenha voltado Uma Crescer Uma base de uns 20% AO ano nd reativação da Economia, A partir de 1993. Assim sendo, o estoque de Robos em 1994 Estar DEVE Perto de 900 mil Unidades e ultrapassará A Casa dos 2 Milhões Antes Bem do final do Século.
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Neurônio de Rato para Robos

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Neurônio de Ratos para cerebros de Robôs
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Um robô que funciona com um verdadeiro cérebro vivo composto por neurônios de rato, capaz de “aprender” comportamentos, tal como evitar uma parede, foi criado na Universidade de Reading (Grã-Bretanha) por um grupo de pesquisadores. O cérebro biológico do robô, batizado Gordon, foi gerado a partir de neurônios extraídos de um rato. Os tecidos foram postos numa solução, separados e depois colocados em uma espécie de leito com sessenta eletrodos. “Em 24 horas, as conexões se reforçaram, formando uma rede como num cérebro normal”, explicou à AFP o responsável da equipe multidisciplinar, Kevin Warwick. “Em uma semana ocorreram impulsos elétricos espontâneos e o que parecia ser uma atividade de cérebro comum”, acrescentou. “Utilizamos esta reação para vincular o cérebro ao robô com os eletrodos. Agora o cérebro controla o robô e ele aprende por repetição”, acrescentou o cientista. Segundo um pesquisador, para que aprenda alguns comandos, eles vão aumentar a voltagem sobre diferentes eletrodos utilizando produtos químicos para favorecer ou reduzir as transmissões entre neurônios. “Se o robô está num lugar e queremos que vá para a direita, podemos enviar um estímulo elétrico para dar-lhe ordem”, indicou. Ao estudar o que acontece com os neurônios e como eles interagem com a máquina, os responsáveis pelo projeto esperam entender o processo de registro da memória pelo cérebro humano. As cerca de 300 mil células nervosas que formam o cérebro do robô foram retiradas do cérebro de um feto de rato e tratadas para que as conexões entre os neurônios individuais fossem dissolvidas. Os neurônios – mantidos separadamente do resto do robô, em um ambiente que permita que sobrevivam – foram distribuídos sobre uma superfície à qual foram conectados 60 eletrodos que recebem e enviam sinais elétricos às células. Estes sinais são usados para definir os movimentos do robô.
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Cada vez que ele se aproxima de um objeto, um sistema de navegação no autômato capta essa informação e ela é transmitida para as células. As células então reagem, direcionando as rodas do robô para a esquerda e a direita de maneira a evitar que a máquina bata nos objetos. “Queremos compreender como se arquivam as lembranças no cérebro biológico, em relação a um cérebro de computador”, advertiu, calculando que existem entre 50.000 e 100.000 neurônios em atividades no cérebro de Gordon. Os ratos possuem no máximo um milhão de neurônios, os homens, 100 bilhões. “Como no caso do ser humano, se o cérebro de Gordon não for estimulado com frequência, se atrofia. Pelo contrário, com estímulos, as conexões se reforçam e ele fica mais esperto”, comentou Kevin Warwick.
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Aprendizado: Depois de aprender a controlar os movimentos do robô e desviar de obstáculos, o próximo passo para o “cérebro” da máquina será aprender a reconhecer o ambiente ao redor. Em uma segunda etapa das pesquisas, os cientistas pretendem simular danos à memória do robô para recriar a perda gradual de faculdades mentais em males como os de Alzheimer e Parkinson.
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“Uma das questões fundamentais que os neurocientistas enfrentam hoje é como relacionar a atividade de neurônios individuais a comportamentos complexos que percebemos em organismos ou animais”, disse o neurocientista Ben Whalley, da Universidade de Reading. “Esse projeto nos dá uma oportunidade única e muito útil de observar algo que pode nos dar reações completas, mas ainda permanece intimamente ligado à atividade de neurônios individuais.” O trabalho da equipe de Reading segue a trilha de outros semelhantes. Em 2003, o Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveu o que chamou de “hybriots” – ou robôs híbridos – utilizando máquinas e tecidos neurais. Em um trabalho anterior, cientistas do Centro Médico da Northwestern University, também nos Estados Unidos, conectaram um robô com rodas a uma lampréia, para explorar formas de controle de próteses.
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.Veja o artigo publicado pela Universidade de Reading (em inglês): http://www.reading.ac.uk/about/newsandevents/releases/PR16530.asp
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sábado, 8 de maio de 2010

Biodiversidade Brasileira - O Futuro

Mural extraído do Google Fotos
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Existem 17 países no mundo considerados “megadiversos”. São nações que reúnem em seu território imensas variedades de espécies de seres vivos. Sozinhas, detêm aproximadamente 70% de toda a biodiversidade global. Normalmente, a “megadiversidade” aparece em regiões de florestas tropicais úmidas. É o caso de países como Colômbia, Peru, Indonésia e Malásia. Nenhum deles, porém, chega perto do Brasil. O país abriga de 10 a 20% de todas as espécies de plantas e de animais existentes no planeta. O Brasil é dono de sete grandes ambientes naturais terrestres, entre eles a maior planície inundável (o Pantanal) e a maior floresta tropical úmida do mundo (a floresta Amazônica). No rio Amazonas e em suas centenas de afluentes, estima-se que haja cerca de 15 vezes mais espécies de peixes do que em toda a Europa. Apenas 1 hectare da floresta Amazônica pode trazer até 300 tipos de árvores. A floresta temperada dos Estados Unidos possui pouco mais de 10% do número de espécies de árvores da Amazônia.
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Uma pesquisa publicada em 2002 na revista Nature mostrou que o valor dos serviços proporcionados pela biodiversidade mundial pode atingir cerca de 33 trilhões de dólares por ano. Calcula-se que hoje, no Brasil, a exploração da biodiversidade responda por cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB)do país, 4% dos quais vêm da exploração florestal e 1% do setor pesqueiro. (PIB é o valor total da produção de bens e serviços num país, em determinado período, geralmente um ano). É um patrimônio mal explorado. Pesquisas sobre o potencial farmacêutico de espécies da Amazônia praticamente não existem no país. Também é pouco significativo o ecoturismo, que em outros países rende dezenas de bilhões de dólares a cada ano. Mas é grande o desmatamento, assim como o contrabando de espécies na chamada biopirataria. São problemas que só serão resolvidos quando o país perceber que é mais vantajoso tirar proveito da floresta viva do que devastá-la.
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Em maio de 2004, foi amplamente divulgada pela mídia a previsão sombria de alguns ambientalistas: a mata Atlântica poderá simplesmente desaparecer do território Brasileiro em cerca de 30 anos, caso o ritmo de sua devastação continue semelhante ao atual. Leia a seguir:
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“Era exuberante, rica, o paraíso da fauna, fonte de vida, berço das nascentes. A floresta ocupava 15% do território brasileiro. Estendia-se por 1,3 milhão de quilômetros quadrados. Hoje, resta muito pouco, de acordo com as pesquisas da Fundação SOS Mata Atlântica. ‘Nós fizemos uma destruição de 93% sem saber o que destruímos. Nós não sabemos o patrimônio que perdemos’”, diz Mário Montovani, da SOS Mata Atlântica.
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E continuaremos a perder, mesmo com as proibições de que nenhuma árvore pode ser derrubada na mata Atlântica, nenhuma atividade madeireira pode funcionar. Um exemplo do que acontece na realidade é a serra do Conduru, no sul da Bahia. Uma reserva ecológica que deveria estar protegida. Mas basta percorrer algumas trilhas para se descobrir que as leis ambientais não estão sendo respeitadas. As trilhas sempre terminam em clareiras. É onde os madeireiros improvisam pequenas serrarias. As árvores derrubadas são beneficiadas ali mesmo, no meio da floresta. Assim eles evitam o transporte das toras. Os botânicos dizem que essa região concentra a maior biodiversidade do planeta. Por hectare, 456 espécies vegetais. Uma raridade ameaçada de desaparecer. Olhando do alto a paisagem se tem uma ideia melhor do estrago que as madeireiras deixam. Matam rios, derrubam e abandonam árvores em fase de crescimento, destroem até as montanhas, área de preservação obrigatória.
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Isso ocorre em quase todos os estados por onde a mata Atlântica passa. Só no Paraná, em apenas um município, 16 mil hectares foram desmatados em menos de dois anos. Uma área quase do tamanho da cidade de Curitiba.
Assim não pode continuar. Temos que tentar de todas as formas recuperar a mata Atlântica.

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O nosso bem maior, e que é de todos nós...
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