quarta-feira, 30 de maio de 2012

Prefeito de cidade do MT agride repórter

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O prefeito de Barra do Bugres (MT), Wilson Francelino (PDT), segurou uma repórter pelo pescoço enquanto ela tentava entrevistá-lo em um evento esportivo da cidade, que fica a cerca de 150 km de Cuiabá. A ação foi grava pela TV Independência, afiliada da Rede Record, na sexta-feira 18 de maio.

A repórter ainda avisou o prefeito de que se considerava agredida  e, posteriormente, segundo testemunhas,  não conteve as lagrimas. Ela  foi imediatamente levada  a Delegacia Municipal de Barra do Bugres para confeccionar o Boletim de Ocorrência da agressão.  Ao ser alertado, o prefeito apenas sorriu, segundo as imagens, com o áudio original, colocados na rede social YouTube.

Francelino Pereira deverá se manifestar ainda nesta sexta-feira sobre o episódio.

O vídeo da agressão já teve mais de 15 mil acessos no Youtube, e mostra o executivo da cidade, conhecido como Wilson Pescador, falando ao ouvido da repórter Elissa Neves enquanto segura seu pescoço, recusando a entrevista. Em seguida ele nega que tenha agredido a repórter.

Em entrevista a "Folha de S.Paulo", o diretor de TV Cristiano Rodrigues revelou que foi registrado boletim de ocorrência. "O prefeito não tinha o direito nem de tocar nela, quanto mais apertá-la no pescoço daquele jeito", relatou. De acordo com diretor, o prefeito estaria irritado pela cobertura que a TV tem feito da administração municipal.

Em nota, o prefeito negou novamente a agressão à repórter, alegando que o toque no pescoço foi feito acidentalmente "Ao levar as mãos aos ombros da entrevistadora, acabou por alcançar seu pescoço sem a intenção de lhe causar algum mal, o que pode ser conferido nas próprias imagens", diz trecho do documento.

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso também se manifestou por meio de nota, classificando a ação do executivo como covarde. "A violência no trato com a colega da profissão deixou a diretoria do sindicato e a categoria indignados".

No final do ano passado, o prefeito de Barra foi afastado do cargo por decisão da Justiça e teve seus bens bloqueados. Ele é acusado pelo Ministério Público de  improbidade administrativa. Investigações detectaram  desvios de recursos na área da saúde, destinado a aquisição de medicamentos para serem entregues gratuitamente a famílias de baixa renda, teriam somado R$ 176 mil.


Veja e-mail enviado pelo Blog do Daminelli ao site da prefeitura de Barra do Bugres para este pulha.

"Prefeito você é um covarde, um canalha.
Agrediu uma repórter que estava trabalhando.
Você deve estar todo comprometido e por isso quer evitar a imprensa.
Você é tão covarde que lhe falta culhões para fazer o mesmo que fez com a repórter, com um homem.
Se este então for do seu quilate, "um bandido", aí mesmo que você não faria isso".

Entre no site da Prefeitura de Barra do Bugres e deixe também sua indignação como o Blog do Daminelli fez.

Visite o Blog do Daminelli também.

domingo, 27 de maio de 2012

Renan sobre Moka: “Não quero falar nisso”

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Esse conselho de Ética (que Ética) está todo podre, de Ética não tem nada.

A informação obtida por Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada, parceiro do Congresso em Foco, de que o PMDB estava acertando com o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) para que ele assumisse a presidência do Conselho de Ética causou um reboliço no Senado. Imediatamente após a publicação da nota, Moka e outros senadores peemedebistas, assim como o líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), foram para o gabinete da liderança do PMDB, para conversas que só foram concluídas depois das 21h de hoje (10). Os detalhes da conversa com Moka vazaram antes de ter sido batido o martelo sobre a sua indicação, o que gerou constrangimentos. Ao final da reunião, o líder do PMDB, Renan Calheiros, não quis confirmar nem desmentir ao Congresso em Foco se Moka é mesmo o nome cogitado pelo PMDB para comandar o processo de cassação do senador Demóstenes Torres (sem partid0-GO) por causa das denúncias de seu envolvimento com o esquema de jogo ilegal do bicheiro Carlinhos Cachoeira. “Não quero falar sobre isso. Se não, deixo as pessoas expostas”, foi a resposta de Renan.
Renan disse que o PMDB só deverá escolher um nome para presidir o Conselho de Ética na próxima quinta-feira (12). Até lá, fará tratativas, como as que faz com Waldemir Moka. Por enquanto, ficará na presidência do conselho o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), o integrante mais velho do colegiado.a
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Renan disse que a escolha ainda não recaiu sobre Moka ou outro senador do PMDB porque ainda serão necessárias outras conversas. “Nós ficamos de ampliar as consultas e essa decisão só será tomada na quinta-feira”, disse. Sobre a insistência do partido em ficar com a presidência do conselho, Calheiros disse que é uma “consequência” da prerrogativa do partido, que por ser a maior bancada da Casa poder indicar o presidente do conselho. “Isso está sendo conversado. Não quero especular sobre isso”, disse.a
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Durante a tarde, o partido se reuniu e chegou ao nome do senador mato-grossense. No entanto, após a divulgação de tal informação, Moka disse à imprensa não ter sido convidado por Renan para assumir o posto. “Ele [Renan] disse que não deu essa informação”, disse Moka sobre a notícia. “É quinta-feira. Até lá, o Valadares vai continuar presidindo lá. O PMDB vai achar um nome e indicar, mas não procede a informação de que eu teria sido indicado”. No entanto, questionado se assumiria de fato o cargo de presidente do conselho caso fosse convidado, Moka apenas disse: “Não fui convidado, não tenho essa indicação. Não vou falar sobre hipótese”. Waldemir Moka não faz parte do Conselho de Ética.
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Na tarde do dia (9), sob a presidência do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), o Conselho de Ética abriu o processo contra o senador Demóstenes Torres. Na quinta-feira, o conselho sorteou o relator para o caso.
A presidência do Conselho de Ética está vaga desde setembro do ano passado, quando o senador João Alberto (PMDB-MA) se licenciou do Senado para assumir a Secretaria de Assuntos Especiais da Casa Civil do Maranhão. O conselho voltou aos trabalhos agora para analisar a representação do Psol que pede a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).a
Matéria do dia 10-04-2012, postada pelo Congresso em Foco às 22h19min.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

PMDB cogita participação de Moka em Conselho

Moka não teve escolha: decisão de presidir Conselho de Ética foi imposição do partido


Partido que tem a prerrogativa de indicar o presidente do conselho recua e resolve por o senador do Mato Grosso do Sul no comando do processo que pode resultar na cassação de Demóstenes Torres, informa Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada
O PMDB decidiu não abrir mão da presidência do Conselho de Ética do Senado. Em reunião há pouco na liderança do partido ficou decidido que o senador Waldemir Moka (MS) será o presidente do conselho, e não mais o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Na tarde de hoje (9), sob a presidência de Valadares, o Conselho de Ética abriu o processo contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) por quebra de decoro parlamentar.

Por ser o mais antigo da Casa, Valadares foi o escolhido de acordo com o regimento, mais cedo nesta terça-feira, porque ninguém queria presidir o conselho.
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), a quem cabe indicar o presidente do conselho por ter a maior bancada, vai comunicar ao presidente do Congresso, José Sarney, da decisão de alçar Moka ao cargo, para apurar as ligações do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Demóstenes foi denunciado ao conselho pelo PSOL e corre risco de ser cassado.
Nos bastidores da reunião pemedebista, comenta-se que Moka, senador novato na Casa, não teve escolha. Foi incumbido pelo líder, e teve de aceitar. Moka já teve várias reuniões com Renan hoje, e vai levar o nome a Sarney para sacramentar. “O processo ainda não está concluso”, disse Renan.
Matéria de Congresso em Foco, do dia: 10 - 04 - 2012, às 17h51min.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Congresso fará CPI do Cachoeira

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A C M Neto pede CPI do Cachoeira

Os presidentes da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiram nesta terça-feira (10) criar uma comissão mista de inquérito para investigar as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso desde o mês passado, com deputados e senadores. Um requerimento será elaborado para definir o foco das investigações. Depois, haverá coleta de assinaturas nas duas casas.
A expectativa dos presidentes das duas Casas é que a CPMI seja criada na próxima semana. São necessárias 27 assinaturas no Senado e 171 na Câmara. Após a leitura do requerimento em sessão do Congresso, os partidos ficarão responsáveis por fazer as indicações para compor o colegiado. Em um momento seguinte, haverá negociação pela presidência e relatoria.
“Fechamos um entendimento, eu e o presidente José Sarney, de que o melhor será a constituição de uma CPI mista, mas o senador Sarney vai conversar ainda com os líderes do Senado e eu com os líderes da Câmara para que se possa construir uma redação única para a constituição da CPI e daí recolher as assinaturas nas duas Casas”, disse o presidente da Câmara após a reunião.
Maia disse não ter nenhuma dúvida de que foi constituído um “estado paralelo” por Cachoeira. “A articulação de um poder à revelia do estado brasileiro e que montou uma teia de contatos e relações tentando influenciar na decisão de órgãos públicos, no Legislativo, no Judiciário e na imprensa”, afirmou. Para ele, “não é razoável” que a denúncia tenha sido apresentada em 2009 só tenha sido levada à frente em 2012.
Líderes
Na Câmara, os líderes partidários defenderam a instalação da CPI do Cachoeira. Em 20 de março, o deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) apresentou requerimento com 181 assinaturas, quatro a mais que o necessário, para criar o colegiado. Na semana passada, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse que ia esperar informações do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria Geral da República (PGR) para decidir a melhor forma de investigação.
Hoje, porém, Maia mudou de posição. Passou a defender uma CPI mista. Antes da reunião com Sarney, ele afirmou que “se houver vontade de viabilizar a CPI no Senado, que façamos uma mista. É mais conveniente e não haverá disputa entre as Casas”. Caso não houvesse acordo para a criação de um colegiado com deputados e senadores, o petista adiantou que leria o requerimento da comissão proposta por Protógenes ainda nesta semana.
“Todos os lideres apóiam a criação CPI do Cachoeira”, disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), após sair da reunião de líderes na tarde de hoje. Integrantes da base governista e da oposição dizem que as investigações devem começar o mais rápido possível, especialmente pelo fato de o STF ter negado ao Senado acesso às informações apuradas pela Polícia Federal no inquérito da Operação Monte Carlo.
“Defendemos a CPI exatamente para que se esclareçam as informações, que vazam seletivas, quando se sabe que a rede é abrangente”, disse o líder do PSDB, Bruno Araújo (PE). Como o presidente da Casa, o tucano entende que, se houver demora no Senado para conseguir o número mínimo de assinaturas, a Câmara deve iniciar seu próprio procedimento investigatório.
São apontados como envolvidos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, além do senador Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM-GO) os deputados Sandes Junior (PP-GO), Rubens Otoni (PT-GO), Jovair Arantes (PTB-GO), Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) e Stepan Nercessian (PPS-RJ).
Matéria do dia 10 - 04 - 2012, às 17h33min do Congresso em Foco.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Conselho abre processo contra Demóstenes

Conselho de Ética abre processo contra Demóstenes Torres

Sem que ninguém do PMDB – partido que, por ser o maior no Senado, tinha a prerrogativa – quisesse o cargo, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) foi escolhido no dia 09/05, presidente do Conselho de Ética e, ato contínuo, aceitou instaurar o processo contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) por quebra de decoro parlamentar. O processo foi movido pelo Psol, a partir das denúncias de envolvimento de Demóstenes com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso na penitenciária de Mossoró (RN), por envolvimento com um esquema de jogo ilegal. Valadares considerou que o pedido feito pelo Psol atende a todos os requisitos previstos no regimento. Instaurado o processo, Demóstenes não pode mais renunciar para evitar a cassação.
“Toda e qualquer representação apresentada dentro do regimento, em obediência aos trâmites legais, não sofrerá nenhum bloqueio, não haverá qualquer tentativa de impedir a sua tramitação conforme padrão desta comissão e também da minha vida pública”, disse Valadares na sessão do Conselho de Ética.
Com a abertura do processo, o conselho vai sortear um relator para o caso Demóstenes. Caberá ao eleito elaborar relatório recomendando a absolvição ou alguma punição para o senador goiano. As possibilidades vão da advertência, a mais branda, até a cassação do mandato. Se o conselho decidir que Demóstenes deve ser cassado, o pedido ainda terá que passar pelo plenário da Casa, que precisa aprovar a perda do mandato, em votação secreta, por maioria.
Após o sorteio do relator, Demóstenes terá o prazo de dez dias para apresentar defesa ao Conselho de Ética – que também tem poderes para ouvir testemunhas nas investigações.
A escolha de Valadares aconteceu porque o PMDB fugiu da prerrogativa que tinha de presidir o Conselho de Ética. O líder do partido, Renan Calheiros (AL), havia escolhido o nome do senador Vital do Rego (PMDB-PB), mas ele não aceitou a tarefa. O PT indicou, então, o senador Wellington Dias (PT-PI), mas a sugestão não teve o apoio dos demais líderes. Valadares acabou escolhido por ser o mais velho entre os membros do colegiado.
Matéria do dia 10 - 04 - 2012, às 16h17min do Congresso em Foco.

domingo, 20 de maio de 2012

Valadares preside conselho de Ética

Valadares foi escolhido por ser o mais velho entre todos os integrantes do Conselho de Ética

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) foi escolhido, por acordo entre os líderes partidários, para presidir o Conselho de Ética do Senado. Por ter a maior bancada na Casa, o PMDB tem a prerrogativa de indicar o presidente do Conselho, mas nenhum senador da legenda aceitou o cargo. Por isso, os parlamentares decidiram convidar o integrante mais velho do colegiado. Valadares tem 69 anos de idade.
Sem presidente há sete meses, desde que o senador João Alberto (PMDB-MA) se licenciou do Senado, o Conselho de Ética volta aos trabalhos agora para analisar a representação do Psol que pede a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). O senador é alvo de uma investigação que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) por causa de sua estreita relação com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de  comandar uma rede de jogos de azar em Goiás. Ele foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.
Pelo regimento interno da Casa, o presidente do Conselho é quem decide se abre o processo contra senadores. O parecer, no entanto, caberá ao relator, ainda a ser definido.
De acordo com o líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), a reunião será aberta pelo vice-presidente do conselho e atual presidente interino, senador Jayme Campos (DEM-MT), que se declarará impedido de deliberar sobre o processo por pertencer ao mesmo partido que Demóstenes fazia parte até a semana passada. Ameaçado de expulsão, o senador goiano se desfiliou do DEM.
Em seguida, Jayme Campos solicitará que o senador mais velho do colegiado assuma a presidência da reunião de hoje. Assim que assumir o posto, Valadares fará a leitura do pedido do Psol e conduzirá um sorteio para a escolha do relator do processo. Na semana passada, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) chegou a ser convidado para assumir o cargo de presidente, mas ontem (9) afirmou que, presidindo a Corregedoria do Senado, não poderia acumular o novo posto. O PT também chegou a indicar o senador Wellignton Dias (PI) para o cargo, mas o PMDB não aceitou a pressão feita pelos petistas. A reunião será realizada a partir das 14h.
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Matéria do dia 10 - 04 - 2012 às 13h43min do Congresso em Foco.

Conselho de Ética do governo só no nome

Condenado duas vezes no Conselho de Ética e com processos no STF, Renan Calheiros será um dos senadores que julgarão Demóstenes

Um em cada três integrantes dos Conselhos de Ética da Câmara e do Senado está sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramitam os processos contra deputados e senadores. Dos 63 congressistas (entre titulares e suplentes indicados pelos partidos) que compõem atualmente os dois colegiados que terão a missão de encaminhar os processos de cassação contra os parlamentares envolvidos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, 20 são alvos de inquérito ou ação penal na corte máxima da Justiça brasileira.
Esses parlamentares, regimentalmente incumbidos de “zelar pela observância dos preceitos” do Código de Ética e atuar na “prestação da dignidade do mandato parlamentar”, respondem a 57 investigações no Supremo. As acusações vão de crimes contra a administração pública e contra a Lei de Licitações, passando por corrupção e apropriação indébita previdenciária.
No Senado, onde o Conselho aguarda a definição de novo presidente para começar a investigar a conduta do senador Demóstenes Torres (GO), oito de seus 23 integrantes têm ao menos uma pendência judicial. Em cinco casos, os ministros do Supremo já encontraram elementos contra dois senadores – o atual vice-presidente e presidente em exercício do colegiado, Jayme Campos (DEM-MT), e o presidente do PMDB, Valdir Raup (RO) – para transformá-los em réus.
O senador Mário Couto (PSDB-PA), que responde a inquérito por crime eleitoral no STF, teve seu nome envolvido nos últimos meses em investigação movida pelo Ministério Público do Pará, que trata de indícios de irregularidades diversas, como fraudes em licitações e nas folhas de pagamento de servidores da Assembleia Legislativa, entre 2003 e 2007, período em que a Casa era presidida pelo tucano. Em janeiro, o Ministério Público Estadual entrou no Tribunal de Justiça paraense com uma ação civil pública pedindo o bloqueio de bens do senador e outras 15 pessoas, sob a acusação de ter cometido improbidade administrativa.
Leia na íntegra esta matéria do dia 04 - 04 - 2012 às 07h00min que é do Congresso em Foco.