terça-feira, 25 de junho de 2019

Impressão que o recrutador tem sobre você

Fonte: Luso Basto

Sabia que as pessoas formam até 90% da sua opinião ao fim dos primeiros 4 minutos, e que 60% a 80% do impacto que causa é de natureza não verbal?

Então, se formamos uma opinião a respeito de alguém baseados em 55% no aspeto visual, 38% na maneira como a pessoa fala e apenas 7% no conteúdo do que é dito, é muito importante causar sempre uma boa impressão, porque pode não ter uma segunda oportunidade. Logo o melhor é simplificar, porque “menos é mais”. A roupa escolhida deve ser discreta, confortável e capaz de lhe proporcionar toda a confiança. Afinal quer ser recordado pelos melhores motivos e centrar-se no seu valor e nas suas competências profissionais.

Como perder a timidez na entrevista de emprego?

Fonte: Luso Basto

Mindfulness: aprenda a manter a atenção plena


Primeiramente o que é Mindfulness?
É a capacidade de manter a atenção plena no que você está fazendo no momento, significa estar presente no lugar e no momento que você está – sem aquele velho hábito de deixar a mente vagar, no trabalho, entre e-mails, telefonemas, pedidos do chefe e comentários do colega, pode parecer impossível, mas, não é.

1. Esteja conscientemente presente
Mindfulness é, acima de tudo, estar consciente e presente no que você está fazendo enquanto está fazendo, quando você consegue estar com atenção plena no trabalho, percebe o que está acontecendo ao redor e o que está acontecendo dentro de você. Se você estiver gerando um relatório, por exemplo, você deve estar totalmente focado nisso. Se perceber que sua mente começou a vagar em outros pensamentos, a dica do especialista é reconhecer os pensamentos e trazer a atenção de volta para a tarefa do momento. Não é fácil, mas você vai melhorar com o treino. Outra dica é tomar uma decisão no início do dia de estar presente da melhor maneira possível. “Faça uma pausa por alguns momentos antes de começar o trabalho para definir essa intenção em sua mente”, sugere.

2. Faça alguns exercícios simples
Alguns exercícios podem treinar seu cérebro para ficar mais atento. Alguns você pode fazer rapidinho, no trabalho mesmo, em um ou dois minutos. E nem precisa fechar os olhos. “Em momentos de muita pressão, praticar um exercício de mindfulness curto pode ser uma salvação”. Um exemplo fácil é manter a atenção na sua respiração durante um minuto. Se você receber uma enxurrada de pensamentos durante o exercício, apenas observe e deixe passar. Outra dica é prestar atenção aos sons do ambiente, sem se envolver ou tentar interpretá-los. Esse processo ajuda a reequilibrar seu sistema nervoso para que você tome decisões fundamentadas em vez de reagir automaticamente às situações.

3. Faça uma coisa de cada vez
Ninguém é realmente multitarefa. “Ao alternar entre uma tarefa e outra, seu cérebro está perdendo dados no caminho”. E o mais interessante é que ele explica por que nós temos essa mania de querer fazer várias coisas ao mesmo tempo. O motivo foi descoberto em um estudo de Zheng Wang, da Ohio State University. “Ela rastreou os alunos e descobriu que, quando eram multitarefa, eles se sentiam mais produtivos, embora na realidade estivessem sendo improdutivos”, explica. 
Para provar, ele sugere que você crie um “bloquinho de tempo”. Anote, por exemplo, quantas tarefas únicas você consegue realizar em duas horas. No mesmo período, anote quanto você consegue realizar sendo multitarefa.

4. Utilize lembretes
Sabe por que você esquece de ficar atento? Provavelmente porque o modo padrão do seu cérebro seja estar perdido em seus próprios pensamentos – executando uma espécie de narrativa interna. 
“Quando você está realizando suas atividades diárias habituais, seu cérebro muda você para esse estado de baixa energia, que é desatento, quase sonhador”, claro que fazer algumas coisas automaticamente, sem pensar, é bom, mas uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard mostrou que 47% do dia de uma pessoa pode ser gasto em pensamentos perdidos. Quer mais? A mesma pesquisa descobriu que sonhar acordado pode ter um impacto negativo no bem-estar. Estar no piloto automático significa que você não está totalmente presente e desperto para as oportunidades e escolhas ao seu redor. Você não pode ser criativo, planejar algo novo ou responder de maneira apropriada se estiver operando mecanicamente, então, para sair desse modo automático, uma boa estratégia é colocar lembretes. 

5. Faça pausas para ganhar agilidade 
Você já passou uma semana sem dormir para terminar um projeto ou estudar para uma prova? Se a resposta é sim, provavelmente você saiba o quanto essa estratégia é ineficiente. Dormir é necessário – e eficiente para aumentar nossa produtividade, melhorar o humor e até nossa resiliência. Exercitar a atenção plena da sua mente é tão importante quanto o sono. O mindfulness ajuda a manter o cérebro focado, eficiente na comunicação com os outros e mais ágil para aprender novas competências. A dica? Pare, respire, concentre-se e aproveite seu tempo no trabalho.

6. Faça do stress um amigo
Uma pesquisa recente da Universidade de Wisconsin-Madison perguntou a 30 mil pessoas se elas achavam que o estresse afetava sua saúde. O resultado? Os pesquisadores descobriram que as pessoas que experimentavam altos níveis de estresse, mas, acreditavam que o estresse era bom para elas tinham as menores taxas de mortalidade. Por outro lado, pessoas altamente estressadas, que acreditavam que o estresse era ruim para a saúde, tinham a maior chance de morrer. Ou seja, sua percepção sobre o estresse claramente pode afetar sua saúde e bem-estar.
A dica, então, é tentar mudar sua forma de pensar. Da próxima vez que você estiver estressado no trabalho, perceba como sua frequência cardíaca e sua respiração aceleram. “Observe essas respostas e, em seguida, mude sua atitude”. “Aumentar a frequência cardíaca é uma forma de enviar mais oxigênio ao seu corpo.” Ou seja, o estresse traz mais energia para você, aguça seus sentidos e impulsiona seu sistema imunológico. Ao visualizar a resposta ao estresse a partir dessa perspectiva, você vê seu problema futuro como um desafio positivo e reconhece que seu corpo está se preparando para enfrentá-lo. “Esta pequena mudança de atitude pode literalmente acrescentar anos à sua vida e melhorar sua produtividade no trabalho”.

7. Aceite o que você não pode mudar
A atenção plena passa pela aceitação do momento da forma como ele é. Isso não significa desistir de mudar o que não está ok para você. Significa aceitar os fatos como eles são e lidar com eles a partir desse ponto de vista. Dessa forma, você tem mais chances de seguir em frente sem se desgastar excessivamente com discussões e conflitos que só existem na sua própria cabeça.

Fonte: Vagas.com.br/

Quais perguntas normalmente caem na entrevista de emprego?


Como responder as principais perguntas da entrevista de emprego

Você pode falar um pouco sobre você?
Parece simples, mas, falar sobre você na entrevista de emprego exige preparo, o recrutador não quer que você relate seu currículo inteiro nesta hora, o melhor é escolher duas ou três realizações ou experiências que demonstrem o quanto você é adequado para o trabalho em questão, antes da entrevista, deixe esses exemplos frescos na memória, vale a pena terminar explicando de que forma essas experiências prepararam você para assumir a vaga que está disputando.

O que você sabe sobre a empresa?
Seria fácil apenas repetir o que você leu na página “sobre nós” da empresa, se você se esforçar um pouco mais, no entanto, pode ganhar pontos com o entrevistador, nesta pergunta, ele quer saber é o quanto você está alinhado à empresa, uma boa forma de responder é mostrar que você entendeu os objetivos da empresa. É possível até usar algumas palavras-chave e frases do site, mas, deve emendar com algo pessoal. Por exemplo “Eu me sinto atraído por essa missão porque …” ou “Eu realmente acredito nessa abordagem porque …”. Isso faz toda a diferença.

Por que você quer este trabalho?
As empresas querem alguém apaixonado pelo trabalho,para responder a esta pergunta da melhor forma, identifique alguns fatores-chave que tornam a vaga uma excelente opção para você (por exemplo “Adoro atendimento ao cliente porque gosto de interagir com outras pessoas e ajudar alguém a resolver um problema” ). Você também pode falar sobre a empresa. Por exemplo: “Eu sempre fui apaixonado por educação e acho que vocês estão fazendo coisas incríveis, quero fazer parte disso”.

Por que devemos contratar você?
Esta é a hora de mostrar por que você é a pessoa certa para o cargo, na hora de responder, é importante mostrar que você não apenas pode fazer o trabalho, mas, também é capaz de produzir bons resultados e está alinhado à cultura da empresa.

Quais são os seus pontos fortes?
A dica aqui é falar sobre seus pontos fortes verdadeiros – e não sobre os que você acha que o recrutador quer ouvir. Escolha seus pontos fortes mais relevantes para a vaga e seja bem específico. Por exemplo, em vez de falar que tem “habilidades com pessoas”, diga que tem “comunicação persuasiva” ou é bom em “construir relacionamentos”. Em seguida, dê um exemplo real de como você aplica essa característica no ambiente profissional.

Quais são seus pontos fracos?
O entrevistador quer avaliar seu auto-conhecimento e também sua honestidade, mas nem por isso você precisa acabar com suas chances de conseguir o emprego. Não é o caso, por exemplo, de assumir que você nunca consegue cumprir prazos. Muito menos é hora de você se vender como o profissional perfeito. O entrevistador sabe muito bem que isso não existe. O melhor é citar pontos em que você sabe que pode melhorar e está se esforçando. Exemplo? “Não sou bom em falar em público, tenho um certo pavor, mas estou me esforçando, até me ofereci como voluntário para conduzir reuniões e ir me acostumando a falar para um público maior.”

Qual é a sua maior conquista profissional?
Uma ótima maneira de responder essa pergunta é utilizando a técnica STAR, que ajuda a organizar sua fala fornecendo exemplos concretos que mostrem que você tem experiência e competências para a vaga em questão. STAR vem de:
  • Situation (Situação);
  • Task (Tarefa); 
  • Action (Ação);
  • Result (Resultado).

Na prática, você precisa contextualizar a situação (por exemplo: “No meu último trabalho como Analista Júnior, meu papel era gerenciar o processo de faturamento”), descreva o que você realmente fez (a ação) e o que alcançou (o resultado). Por exemplo, “Em um mês, simplifiquei o processo, o que economizou 10 horas de trabalho por pessoa por mês e reduziu os erros nas faturas em 25%”.

Fale sobre um desafio ou conflito que você enfrentou no trabalho e como você lidou com isso:
Essa é uma pergunta bastante comum em entrevistas por competências, em que o entrevistador pede que o candidato conte situações reais por que já passou, que possam mostrar como ele fez para atingir uma meta desafiadora ou resolver um problema de comunicação, por exemplo. Mais uma vez, você pode usar o método Star e focar a resposta na forma como lidou com a situação profissional. O ideal, claro, é que a história tenha um final feliz.

Onde você se vê daqui a cinco anos?
Nesta pergunta, é importante que você seja honesto e específico sobre seus objetivos. No entanto, é preciso considerar que o entrevistador quer saber:
  • Se você definiu expectativas realistas para sua carreira;
  • Se você tem ambição;
  • Se a posição se alinha com seus objetivos de crescimento.

Uma forma interessante de estruturar a resposta é pensar onde a posição pode levar e construir a resposta apostando nesse caminho. E se a vaga não estiver muito alinhada ao seu objetivo profissional? Você pode dizer que não tem muita certeza sobre o futuro, mas acredita que essa experiência possa ajudar a tomar as próximas decisões.

Você está se candidatando a vagas de que outras empresas?
O entrevistador quer saber se você está sendo sincero sobre seu interesse no segmento em que a empresa em questão atua. O melhor aqui é dizer que você está explorando algumas opções semelhantes no mesmo segmento. Também pode ser interessante dizer que uma característica comum de todas as vagas que você está disputando é a possibilidade de utilizar algumas competências e habilidades críticas que você tem. Por exemplo, você pode dizer “Estou me candidatando a vários cargos em empresas de consultoria de TI em que posso analisar as necessidades dos clientes e traduzir isso para as equipes de desenvolvimento para buscar soluções para problemas de tecnologia”.

Por que você está deixando seu emprego atual?
Esta é de fato uma das perguntas da entrevista de emprego mais difíceis de responder, mas pode se preparar porque é muito provável que ela surja em determinado momento. A principal dica é não falar nada negativo sobre seu atual ou antigo empregador. Não é hora de fazer um desabafo. O melhor é mostrar como você se sente animado para aproveitar as novas oportunidades e como a vaga a que você está se candidatando é mais adequada para você do que sua posição atual ou anterior. Por exemplo, “Eu realmente adoraria fazer parte do desenvolvimento de produtos do começo ao fim, e sei que teria essa oportunidade aqui”. Se você foi dispensado do emprego, diga apenas a verdade: “Infelizmente, fui dispensado”. É uma resposta totalmente OK.

Por que você foi demitido?
A área de recrutamento é muito pequena. Portanto, seja honesto nesta resposta. Você não precisa dar detalhes. Se for possível apresentar a experiência de aprendizado que você teve no antigo emprego como uma vantagem para o próximo trabalho, ponto para você.

O que você está procurando em uma nova posição?
Tente responder citando exatamente os pontos que a vaga tem para oferecer, tente ser bem específico.

Que tipo de ambiente de trabalho você prefere?
De novo, a resposta está no anúncio da vaga. O entrevistador quer saber se você se identifica com o ambiente de trabalho da empresa a que você está se candidatando

Qual o seu estilo de gestão?
Normalmente, as empresas buscam gestores que sejam fortes e, ao mesmo tempo, flexíveis, é interessante fornecer alguns exemplos da sua atuação gerencial – quando você aumentou sua equipe de 5 para 15 pessoas ou treinou um funcionário de baixo desempenho para se tornar o melhor vendedor da empresa. 

Em que situação você exerceu liderança?
A melhor resposta depende da vaga que você quer conquistar. Pode ser interessante escolher um exemplo que demonstre suas habilidades de gerenciamento de projetos, liderando um projeto de ponta a ponta, fazendo malabarismos com várias partes, por exemplo. Ou pode ser melhor citar uma situação que mostre sua capacidade de liderar com confiança e eficácia uma equipe. E lembre-se de que detalhes tornam a história real e memorável.

Em algum momento você discordou de uma decisão de trabalho? Como foi isso?
O entrevistador quer checar se você consegue discordar do chefe de forma produtiva e profissional. A ideia nao é falar mal do seu chefe ou ex-chefe, mas mostrar que você consegue discordar de alguma ideia para propor um resultado melhor ou uma relação mais eficiente.

Como seu chefe e seus colegas diriam que você é?
Seja honesto e tente extrair pontos fortes e características que você ainda não tenha discutido na entrevista. Ética de trabalho ou disposição para participar de outros projetos quando necessário são boas opções.

Por que existe uma lacuna no seu currículo?
Uma lacuna no currículo pode pegar mal, por isso é importante que ela seja bem explicada ao recrutador. Se você está desempregado há algum tempo, é importante mostrar que você não está parado. Você faz trabalho voluntário, cursos, blogs, dá aulas? Tudo isso é importante. Se você fez uma pausa para estudar, viajar ou cuidar de um parente, foque no que está disposto a fazer agora. “Decidi fazer uma pausa na ocasião, mas hoje estou pronto para contribuir com essa empresa das seguintes formas…”

Você pode explicar por que mudou de carreira?
Explique por que tomou suas decisões e mostre como a experiência anterior pode ser útil na nova função. Você pode até surpreender o entrevistador se mostrar uma relação inusitada entre uma carreira e outra – algo que ele não tinha imaginado até então.

Como você lida com pressões ou situações estressantes?
O melhor é escolher um exemplo que mostre que você consegue lidar com isso sem deixar de atingir suas metas. Explique como você se organiza para continuar produtivo e com foco mesmo em situações extremas. Vale a pena compartilhar um exemplo de situação estressante que você tenha enfrentado bem.

Quantas bolas de tênis você consegue colocar em uma limusine?
1.000? 10.000? 100.000? Sério mesmo? Perguntas “absurdas” ou “estranhas” surgem na conversa às vezes para investigar se você entende o que é perguntado e de que forma organiza seu raciocínio e sua lógica na resposta. Respire fundo e, se preciso, peça caneta e papel.

Você tem alguma pergunta?
Esta é a sua chance de mostrar seu interesse real pela empresa e também tirar suas dúvidas. Tenha em mente algumas perguntas para fazer na entrevista. O ideal é escapar do óbvio. Uma boa ideia é focar no crescimento da empresa (“O que você pode me dizer sobre os planos de crescimento da empresa? Vocês estão preparando algum lançamento de produto?”).

Fonte: Vagas.com.br/

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Como se proteger da incivilidade no trabalho?


Como lidar com a incivilidade no trabalho?

1 – Não repita o comportamento do agressor
O principal é não entrar na mesma incivilidade da pessoa, mas tentar responder de maneira firme e tão elegante quanto possível.  “É importante demonstrar a quem está agredindo que você não tem medo disso e que a incivilidade com você não funciona”.

2 – Converse com o RH
Dependendo da cultura da empresa, vale a pena comunicar o comportamento da pessoa ao RH, ou ao chefe dela. Deixe claro que você não aceita ser tratado deste modo. “Se a incivilidade se repetir, insista no pedido para ser tratado de maneira educada”.

3 – Considere a possibilidade de procurar outro emprego
Se você estiver sofrendo com situações de agressão desse tipo e perceber que nenhuma atitude sua é capaz de mudar o comportamento da pessoa – e que ninguém relevante na empresa está se importando, a dica é clara. “Caia fora”. “Não permaneça em um ambiente que custa sua saúde”.

Ficar sem emprego não é o pior que pode acontecer com você.
“O pior seria ficar sem saúde e principalmente, sem sua paz de espírito”.

Fonte: Vagas


O que é Incivilidade no trabalho?


Grosserias, insultos, brincadeiras inadequadas são situações comuns para você?
Incivilidade no trabalho, ou workplace incivility, no original em inglês, resume um ambiente em que ocorrem grosserias, gritos, insultos, comentários depreciativos e brincadeiras inadequadas, embora o termo ainda não seja muito utilizado no Brasil, a situação é velha conhecida de muitos profissionais.

No Brasil, é comum que esse comportamento seja tratado como “assédio moral”, no entanto, o assédio moral de fato ocorre somente entre superior e subordinado, a incivilidade, por outro lado, pode ocorrer entre pessoas do mesmo nível, com fornecedores, superiores e clientes.

O que é incivilidade no trabalho?
O coach Silvio Celestino resume a incivilidade como falta de temperança de um indivíduo com outro, principalmente em situações que geram frustrações, raivas e outras emoções negativas.

Audrey J. Murrell, diretora do Centro David Berg de Ética e Liderança da Faculdade de Administração de Empresas da Universidade de Pittsburgh, define a incivilidade no trabalho como uma forma de assédio psicológico e agressão emocional que viola a norma social de respeito mútuo. “Quer seja feito com ou sem intenção consciente, a incivilidade no local de trabalho é onerosa para o resultado final e para a psique emocional”, afirma, em artigo da Forbes.

Tema ainda é tabu
O grande problema, segundo a especialista norte-americana, é que a incivilidade não costuma ser abordada até que as consequências negativas alcancem níveis inaceitáveis.

“No Brasil, há uma supervalorização de dois fatores que favorecem a incivilidade”, afirma Celestino. O primeiro é o favorecimento da juventude e das emoções em detrimento à maturidade e à temperança. O segundo, mais óbvio, é a crise econômica e consequente estresse que ela provoca. “A pressão por resultados, a imaturidade de profissionais que muito cedo alcançam cargos de liderança, a baixa resiliência das pessoas, tudo isso tem causado um aumento da incivilidade”, acredita ele.

Situações desse tipo costumam ocorrer em momentos em que uma pessoa ou equipe não alcança os resultados esperados. Também acontecem quando algo dá errado e ninguém quer assumir a sua responsabilidade, parcial ou completa, pela situação. Elas ainda são comuns quando pessoas tentam jogar a culpa em alguém por um erro ou prejuízo.

“Seja como for, não há como negar que a ascensão da incivilidade é um dos mais sérios problemas contemporâneos enfrentados pelas organizações”, afirma Audrey. E não é apenas impressão. Um estudo publicado pela revista Fortune indica que as empresas norte-americanas gastam 13% de seu tempo lidando com as consequências incendiárias da incivilidade no local de trabalho.

Efeitos da incivilidade no ambiente corporativo
De acordo com Celestino, alguns dos efeitos da incivilidade sobre suas vítimas são perda de energia, estresse e, nos casos, mais graves, doenças como a síndrome do pânico.  “Para quem provoca há também um desgaste excessivo, perda da credibilidade e de possibilidades de carreira futura”, afirma.

Para a empresa, há prejuízos também. “Se um cliente presenciar uma cena de incivilidade, pode associar à marca da companhia e evitar comprar seus produtos”, exemplifica ele. “Pior que isso, pode filmar e contar para outros como seus líderes e profissionais são na realidade.”

Fonte: Vagas

terça-feira, 4 de junho de 2019

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Fofocas e má gestão nas organizações

"Você nunca será criticado por alguém que esteja fazendo mais do que você.
Você só será criticado por alguém que esteja fazendo menos".
Steve Jobs.


Essa frase acima relata bem a situação do dia a dia das organizações, muitos funcionários ficam o dia todo trabalhando devagar e produzindo pouco e por vezes acabam fazendo queixa a seu superior de alguém que está trabalhando de verdade, mentindo e fazendo fofocas.

Muitas vezes esse mal profissional faz corpo mole durante o dia só para poder fazer hora extra, mesmo sem ter necessidade de H.E., mas, informa ao chefe que tem muito serviço e que para terminar tem que ficar até mais tarde, infelizmente para um mal gestor ele pode ver esse mal funcionário como bom e que veste a camisa, por outro lado vê o profissional que não faz hora extra, mas, que dá seu máximo durante todo o dia como um mal funcionário e que não veste a camisa da empresa.

Gestores, olhem melhor os seus setores e percebam quem trabalha de verdade e quem faz corpo mole, fingindo vestir a camisa da empresa.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Benefícios e salário do Jovem Aprendiz


Quem pode ser jovem aprendiz?
Para participar do programa é preciso ter entre 14 e 24 anos e estar matriculado ou já ter concluído o Ensino Médio, estudantes de escolas públicas podem ter preferência na seleção e a frequência e o desempenho escolar também podem ser diferenciais no processo de recrutamento.

Como calcular quanto vale a hora de trabalho?
O salário de um jovem aprendiz é calculado de acordo com as horas trabalhadas, por isso se diz que o aprendiz recebe salário mínimo-hora, tudo calculado com relação ao salário mínimo, em 2017, o valor do salário mínimo era de R$ 937,00, assim, o valor base diário do salário corresponde a R$ 31,23 (R$ 937,00 / 30 dias) e o valor hora do salário mínimo é de R$ 4,26 (geralmente as empresas tem como carga horária 220 horas/mês - então fica R$ 937 / 220).
Para calcular o salário de um jovem aprendiz é preciso considerar o total de horas trabalhadas, incluindo as aulas teóricas e também o repouso semanal remunerado e feriados.

Quanto ganha um jovem aprendiz?

(De forma geral, a fórmula para calcular o salário do Jovem Aprendiz é a seguinte):

= Primeiro calcula-se a quantidade de horas trabalhadas no mês:
  • Vamos dizer que a jornada de trabalho do jovem aprendiz seja de 6 horas/dia e que este trabalhe de segunda a sábado, totalizando no mês aproximadamente 25 dias.
  • Para saber a quantidade aproximada de horas trabalhadas em um mês, deve multiplicar-se 6 por 25, o que resulta 150 horas mensais.

= Salário-hora (2017 é de R$ 4,26) x horas trabalhadas durante o mês = R$ 4,26 x 150 horas = R$ 639,00.

Quais são os benefícios do jovem aprendiz?
O jovem aprendiz tem direito a Carteira de Trabalho assinada, e o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias equivalente ao período trabalhado e 13º salário.
Algumas empresas também oferecem vale refeição e vale transporte, assistência médica, entre outros benefícios.

Fonte: Vagas.com.br

Como ser um bom jovem aprendiz?

Fonte: Vagas.com.br

O programa jovem aprendiz é um projeto do governo federal criado a partir da Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000), que determina que empresas de médio e grande porte contratem jovens com idade entre 14 e 24 anos como aprendizes. O contrato de trabalho pode durar até dois anos e, durante esse período, o jovem recebe aprendizado teórico (em sala de aula) e prático (dentro da empresa contratante).

É bastante comum que quem está começando a carreira queira iniciar como jovem aprendiz e que queira fazer o melhor para se destacar e, de fato, aprender o máximo possível. Um bom começo para isso é entender o que a empresa espera desse profissional. Segundo Erleni Andrade, coordenadora do Programa Aprendizagem do Senac São Paulo, quando uma empresa contrata um jovem e o matricula em um programa, ela espera que ele tenha, acima de tudo, comprometimento e proatividade para aprender e enfrentar os desafios do ambiente profissional.

“É preciso desenvolver habilidades e competências que permitam ter boa leitura e escrita, visão crítica, assertividade, comunicação, equilíbrio emocional e autoconhecimento”, diz ela. Outro fator apreciado pelas empresas é a visão de futuro atrelada ao plano de crescimento profissional e educacional. “Isso é importante porque muitas vezes a empresa quer que o jovem aprendiz permaneça lá ao final do programa”, explica.

Dicas para o jovem aprendiz:

  • Seja organizado com as tarefas propostas no dia a dia;
  • Não tenha medo de questionar o que não entendeu, é muito importante ter certeza de que você está seguindo as orientações corretas;
  • É indispensável ser criativo propondo novas maneiras de realizar as tarefas, “não é porque você é novo na instituição que sua opinião não será avaliada”;
  • Gerencie o seu tempo para conseguir se desenvolver nos estudos e também na empresa em que está atuando;
  • Procure se comunicar de forma clara e assertiva, estabelecendo empatia com as pessoas com as quais se relaciona;
  • Esteja sempre “aberto” para ouvir e aceitar críticas que proporcionem desenvolvimento e aprendizado;
  • Seja respeitoso, cordial, otimista e simpático, essas características são fundamentais para valorizar a marca pessoal do jovem aprendiz;
  • Cuide e preserve os espaços de uso coletivo;
  • Procure identificar suas potencialidades, crie uma relação de aceitação e respeito consigo mesmo. “É dessa forma que o relacionamento com o outro se torna mais tranquilo”;
  • Demonstre sempre interesse e curiosidade pelo desenvolvimento das suas atividades;
  • Seja sempre discreto na hora de fazer comentários e procure não invadir o espaço dos outros;
  • Fique atento ao seu comportamento. “Percebe-se que uma das maiores dificuldades em manter o jovem em uma organização é atribuída ao comportamento inadequado”. Muitas vezes, o jovem aprendiz apresenta uma capacidade intelectual acima do esperado, mas, tem uma lacuna entre seu desenvolvimento interpessoal e seu equilíbrio emocional.

Fonte:  Vagas.com.br